SÃO PAULO - A Nyse Euronext, empresa controladora da Bolsa de Nova York e das bolsas européias com a marca Euronext, quer se aproximar da BM & FBovespa no âmbito tecnológico e colaborar para a internacionalização das companhias brasileiras.
Os executivos da bolsa americana, presentes em evento em São Paulo, afirmaram estarem interessados em posicionar a Nyse como um provedor de serviços tecnológicos para o mercado local. "O Brasil foi um dos primeiros países a saírem da crise e não vai demorar para se tornar a quinta maior economia do mundo, por isso, estamos otimistas", afirmou Duncan Niederauer, presidente da Nyse Euronext.
O Brasil é o terceiro maior país em termos do número de empresas listadas na Nyse, com 28 companhias, depois do Canadá e da China. No ano passado, havia 31 empresas listadas em NY, número que sofreu queda, segundo o executivo, devido a algumas fusões como a da Sadia e Perdigão. Para Niederauer, o bom momento do mercado brasileiro deve aumentar a atração das empresas nacionais ao mercado americano.
O executivo ressaltou ainda a importância da competição nos mercados financeiros. "É justo dizer que a Nasdaq e a Nyse precisam de competição, ambas têm uma posição amplamente monopolista nos EUA. Se você me perguntar se o Brasil deve usar a competição? Eu digo que sim", afirmou.
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Papéis da BMF Bovespa abrem com forte queda de 8% após adoção do IOF
Por: Rafael de Souza Ribeiro
20/10/09 - 11h35
InfoMoney
20/10/09 - 11h35
InfoMoney
SÃO PAULO - As ações da BMF Bovespa (BVMF3) abriram a sessão desta terça-feira (20) em forte baixa de aproximadamente 8%, cotadas a R$ 12,40, após o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciar a taxação de 2% do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre o capital estrangeiro em aplicações em renda fixae variável.
O decreto impõe IOF às liquidações de operações de câmbio para ingresso de recursos no Brasil, realizadas por investidor estrangeiro, para aplicação no mercado financeiro e de capitais.
Na visão dos analistas do Itaú, a medida é desfavorável para o mercado de ações brasileiro, já que os investidores estrangeiros diminuirão o volume transacionado na bolsa doméstica e começarão operar os ADRs (American Depositary Receipts) negociados em Nova York.
Com o menor volume transacionado, os analistas da Link acreditam que a medida impactará inicialmente os papéis da BM&F Bovespa, uma vez que sua principal fonte de receitas são as transações em bolsa.
Oferta de ações
Para a Link, as ofertas de ações poderão ser prejudicadas com uma menor demanda de estrangeiros. Os analistas aguardam que a BMF Bovespa tome medidas para minimizar os impactos negativos.
O decreto impõe IOF às liquidações de operações de câmbio para ingresso de recursos no Brasil, realizadas por investidor estrangeiro, para aplicação no mercado financeiro e de capitais.
Na visão dos analistas do Itaú, a medida é desfavorável para o mercado de ações brasileiro, já que os investidores estrangeiros diminuirão o volume transacionado na bolsa doméstica e começarão operar os ADRs (American Depositary Receipts) negociados em Nova York.
Com o menor volume transacionado, os analistas da Link acreditam que a medida impactará inicialmente os papéis da BM&F Bovespa, uma vez que sua principal fonte de receitas são as transações em bolsa.
Oferta de ações
Para a Link, as ofertas de ações poderão ser prejudicadas com uma menor demanda de estrangeiros. Os analistas aguardam que a BMF Bovespa tome medidas para minimizar os impactos negativos.
Fonte: Infomoney
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