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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Nyse quer se aproximar do Brasil e trazer tecnologia Leia mais: http://www.valoronline.com.br/?online/investimentos/12/6441010/nyse-quer-se-aproximar

SÃO PAULO - A Nyse Euronext, empresa controladora da Bolsa de Nova York e das bolsas européias com a marca Euronext, quer se aproximar da BM & FBovespa no âmbito tecnológico e colaborar para a internacionalização das companhias brasileiras.

Os executivos da bolsa americana, presentes em evento em São Paulo, afirmaram estarem interessados em posicionar a Nyse como um provedor de serviços tecnológicos para o mercado local. "O Brasil foi um dos primeiros países a saírem da crise e não vai demorar para se tornar a quinta maior economia do mundo, por isso, estamos otimistas", afirmou Duncan Niederauer, presidente da Nyse Euronext.

O Brasil é o terceiro maior país em termos do número de empresas listadas na Nyse, com 28 companhias, depois do Canadá e da China. No ano passado, havia 31 empresas listadas em NY, número que sofreu queda, segundo o executivo, devido a algumas fusões como a da Sadia e Perdigão. Para Niederauer, o bom momento do mercado brasileiro deve aumentar a atração das empresas nacionais ao mercado americano.

O executivo ressaltou ainda a importância da competição nos mercados financeiros. "É justo dizer que a Nasdaq e a Nyse precisam de competição, ambas têm uma posição amplamente monopolista nos EUA. Se você me perguntar se o Brasil deve usar a competição? Eu digo que sim", afirmou.

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Papéis da BMF Bovespa abrem com forte queda de 8% após adoção do IOF

Por: Rafael de Souza Ribeiro
20/10/09 - 11h35
InfoMoney

SÃO PAULO - As ações da BMF Bovespa (BVMF3) abriram a sessão desta terça-feira (20) em forte baixa de aproximadamente 8%, cotadas a R$ 12,40, após o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciar a taxação de 2% do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre o capital estrangeiro em aplicações em renda fixae variável.

O decreto impõe IOF às liquidações de operações de câmbio para ingresso de recursos no Brasil, realizadas por investidor estrangeiro, para aplicação no mercado financeiro e de capitais.

Na visão dos analistas do Itaú, a medida é desfavorável para o mercado de ações brasileiro, já que os investidores estrangeiros diminuirão o volume transacionado na bolsa doméstica e começarão operar os ADRs (American Depositary Receipts) negociados em Nova York.

Com o menor volume transacionado, os analistas da Link acreditam que a medida impactará inicialmente os papéis da BM&F Bovespa, uma vez que sua principal fonte de receitas são as transações em bolsa.

Oferta de ações
Para a Link, as ofertas de ações poderão ser prejudicadas com uma menor demanda de estrangeiros. Os analistas aguardam que a BMF Bovespa tome medidas para minimizar os impactos negativos.

Fonte: Infomoney