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terça-feira, 29 de março de 2011

King of Cheez: The Internet’s Meme Maestro Turns Junk Into Gold

Just how funny is a beer-drinking horse? Ben Huh is sitting in his downtown Seattle office asking himself this question. It’s an unseasonably warm afternoon in November, and Huh, the 32-year-old founder of the humor-blog startup Cheezburger Network, is deciding whether a picture of a boozy equine chugging a cold one should run on Daily Squee, a Web site devoted entirely to user-generated snapshots of twee creatures.

The problem with drunken farm animals, though, is that they’re never quite as cute as you’d hope. “This is kind of close to animal abuse,” Huh says, pivoting in his chair in mild disgust. He’s dressed in dark blue jeans, cream-colored Warhol-replica eyeglasses, and a red T-shirt featuring a freakishly long-torsoed kitty — a nod to lolcats, one of the many Web phenomena Huh has made mainstream.

He turns to Kiki Kane, who manages new site development at Cheezburger. “A horse drinking beer is not Daily Squee,” Huh determines.

He and Kane then half-jokingly brainstorm some possible new sites that might run this somewhat unsavory image: WTFnature.com? Naturedoingitsownthing.com? The conversation quickly moves on to the recent influx of user-generated dog-humping pictures. “People submit 500 pictures of dogs humping every day!” Kane says. “There’s got to be a place for those.”

“There is,” Huh replies. “But it’s not with us.” As he later explains: “We’ve done this enough times to know that’s just a one-note joke.”


Source: Nielsen
For almost three years now, this has been Huh’s life: to pore over millions of JPEGs and YouTube clips in search of Internet memes — those absurd running gags that hatch and proliferate on the Web seemingly overnight — and figure out which of these quick-hit laughs might yield long-term profits. Since it launched, the Cheezburger Network has successfully aggregated more than 30 sites. You’ve likely visited a few of them, perhaps at the behest of an easily distracted coworker or a walrus-loving aunt. There’s Huh’s flagship site, I Can Has Cheezburger?, a vast repository of lolcat images (for the uninitiated, these are cat pictures with absurd, syntactically challenged captions). There’s GraphJam, a data-visualization blog that renders witty pop-culture musings into pie charts, Venn diagrams, and illustrated maps. The aptly named FAIL Blog — the Cheezburger Network’s most popular site, with 1.1 million visitors per month in the US — runs a seemingly infinite number of skateboard spills, nut-smacks, and hilariously misspelled signs.

What most people view as a workday time-suck, Huh sees as a potential gold mine. And so far, he’s been right. Back in September 2007, when most tech players were pouring VC money into the next Facebook, Huh hooked up with a group of angel investors to buy his first fledgling phenomenon, the I Can Has Cheezburger? blog. Since then, he has built Cheezburger Network into the largest aggregator of Web memes, pulling in more than 200 million pageviews a month combined. Huh won’t divulge financial specifics, but investor documents show the Cheezburger Network approached $4 million in revenue last year. The money comes from display ads (companies like American Express and Burger King sponsor the sites) as well as books (the lolcat series has produced two New York Times best-sellers), T-shirts, and other merch. “In the past year and a half, a meme industry has come into place,” says Tim Hwang, organizer of ROFLcon, a biannual Web-celebrity gathering. “There are people who are interested in commercializing memes. Ben’s accelerating that development. Suddenly, everybody’s like, ‘Wow, you can actually pursue this for a living.’”

Of course, Huh can’t take all of the credit for Cheezburger’s success. In fact, he owes quite a bit to the millions of anonymous Web dwellers whose work he corrals, curates, and posts. The majority of Cheezburger’s sites are, after all, extensions of ideas born on ungoverned image-board sites like 4chan or Something Awful — inside jokes that bubble up, JPEG by JPEG, into the mainstream. Lolcats, for example, are an offshoot of Caturday, a 4chan chestnut that dates back to at least 2005. FAIL is a long-running Web gag traceable to Blazing Star, a 1998 Japanese videogame that taunts players with onscreen messages like “You fail it!” Other sites, like GraphJam or the subversive motivational posters of Very Demotivational, were rough concepts until Huh figured out how to develop and package them.

Huh’s setup encourages users to submit their own lolcats or FAIL entries, ensuring a continuous supply of content. “I used to want to create memes more,” he says. “But what’s more satisfying: playing on the playground or building a playground for a bunch of people to enjoy? I’m much more the person who’d rather build it. That brings me satisfaction.”

The playground metaphor is apt: The Internet is supposed to be a great place for sharing and disseminating, which is how a joke evolves into a meme in the first place. Huh has actually been accused of being a bit of a schoolyard mooch — sponging up clever ideas that don’t belong to him (or anyone, really) and dispatching them to mainstream (read: lame) audiences for his own personal gain.

Huh doesn’t take credit for inventing lolcats or any of the other trends he has adopted and adapted. Nonetheless, he has numerous online critics who have expressed their displeasure by subjecting Huh and his wife to flame wars, denial-of-service attacks, and death threats.

Fonte: Wired.com

sábado, 6 de novembro de 2010

A bola da vez na web


Conheça o Formspring.me, site que, em tempo recorde, conquistou mais de cinco milhões de brasileiros. E já desperta o interesse de empresas que querem estreitar o relacionamento com o consumidor
Por Bruno Galo
Twitter, Orkut e Facebook são redes sociais bem conhecidas. Agora, o Formspring.me vem se somar às anteriores com uma proposta bem diferente. Nesse site, é possível fazer um cadastro gratuito e então receber perguntas, anônimas ou não, de quem entrar no seu perfil. O usuário escolhe quais questões responder.

Em tempo recorde – apenas quatro meses –, a rede conquistou mais de cinco milhões de brasileiros (confira gráfico ao lado). E o uso dela não é coisa só de adolescentes. Empresas como a Tecnisa e o governo do Estado de São Paulo descobriram que ela pode ser utilizada para responder às dúvidas de seus consumidores e cidadãos.
“Uma boa parcela das empresas sabe da importância das redes sociais para os negócios, embora muitas ainda apenas as utilizem como ferramenta de marketing sem uma estratégia clara”, observa José Calazans, analista do Ibope Nielsen Online, empresa que mede a audiência da web no País.

Não é o caso da construtora Tecnisa. Pioneira no uso das mídias sociais – ela já fechou até vendas pelo Twitter e pelo iPhone –, a empresa não demorou a demarcar seu terreno nesta nova plataforma online. “É importante identificar a natureza da relação a ser estabelecida em cada site”, aconselha Romeo Busarello, diretor de internet da empresa.
O governo do Estado de São Paulo, que aderiu à internet há cerca de um ano, não demorou a usar o Formspring. “Para nós, o site funciona como mais um canal de atendimento à população”, afirma Bruno Caetano, secretário de comunicação do governo. “Ele não substitui os outros, mas serve como uma grande biblioteca de perguntas e respostas.”
Criado pela Formstack, empresa norte-americana de formulários e pesquisas online, o Formspring sofre do mesmo mal que aflige boa parte dos negócios nascidos na web: tem audiência, mas sem um modelo de negócios, não gera ainda um centavo. O Google e Facebook começaram assim. Resta saber se o Formspring não é uma bola que vai murchar.

Fonte: IstoéDinheiro

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Facebook e Twitter agradam tanto a geração X quanto a Y

Pesquisa inédita mostra que as duas gerações navegam com o mesmo interesse pela redes sociais. Diferenças aparecem apenas quando o site é direcionado para relacionamento profissional

Por Karla Spotorno

Geração Y: 19% usam Facebook e 13% usam Tweeter
Quem imagina que os jovens de 20 e poucos anos usam muito mais as redes sociais do que o pessoal da chamada geração X (entre 32 e 45 anos) errou. Uma pesquisa inédita, realizada no Brasil, mostra que o comportamento dos jovens e dos trintões e quarentões é muito parecido.

Tanto os Ys quanto os Xs usam o Facebook (19% e 16% respectivamente) e o Twitter (13% e 14%). O motivo principal é o mesmo: querem manter contato com os amigos (49% e 44%). Em segundo lugar, aparece o interesse profissional: 44% dos Xs usam as redes para conhecer pessoas, procurar emprego e outras oportunidades. Os jovens também navegam com esse propósito: 38% citam relações profissionais como o motivo para participarem de redes sociais.

A frequência com que as duas gerações acessam essas redes também é muito parecida. Cerca de 30% visitam esses sites pelo menos uma vez por dia. Mais da metade dos dois grupos diz que suportaria ficar mais de uma semana sem acessar esses sites.

“A semelhança no uso das redes entre as duas gerações não nos surpreendeu”, afirma Alexandre Arima, gerente da Robert Half, que realizou o estudo. O que chamou atenção foi o fato de mais de 90% dos entrevistados participarem de redes. “Esse resultado mostra que o uso das redes sociais está bem consolidado”, diz.

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Para ele, as pessoas começam a perceber que Twitter, Facebook e LinkedIn tornaram-se fonte de informação rápida e útil. Se antes as redes sociais tinham um caráter apenas lúdico, agora elas ganham importância para manter os usuários informados. “Muitas vezes as pessoas sabem de notícias antes pela rede social do que por outra mídia”, diz o gerente da Robert Half.

As diferenças de comportamento das duas gerações na internet são muito pequenas, de acordo com a pesquisa da multinacional de recrutamento. O Orkut é mais usado pelos Ys do que pelos trintões. Cerca de 33% dos jovens e 22% da geração X participam dessa rede virtual. Outra diferença está no uso de outro site, o LinkedIn, voltado para o relacionamento profissional. Cerca de 39% da geração X e apenas 28% dos Ys estão no LinkedIn.

A pesquisa da Robert Half foi realizada com a base de dados da consultoria. São mulheres e homens de diversos setores (engenharia, tecnologia, finanças, marketing, vendas, entre outros) entre 23 e 45 anos.

Fonte: Robert Half, Época Negócios

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Quem são as empresas nascidas e criadas com a era das mídias sociais

Por Camila Fusco | 27/10/2009 - 13:35
Com o crescimento do uso das redes sociais -- só em junho 770 milhões de pessoas visitaram sites de relacionamento no mundo, segundo a consultoria comScore --, empresas começam a se especializar em colocar marcas dentro dessas interações virtuais. Mas não é com a propaganda tradicional que essas empresas estão se dando bem. Muita criatividade para articular as mídias sociais tem sido a fórmula ideal para muitas delas decolarem.

Uma das empresas nascentes é a Intentio, divisão destinada a mídias sociais da agência Brands. Os sócios Fábio Carletto e Filipe Costa são especialistas em pensar em projetos capazes que estimular a participação dos integrantes de redes sociais e favorecer a interação com as marcas. Com uma ideia na cabeça e um projeto embaixo do braço, eles batem a porta de empresas que possam patrocinar a estratégia – como o concurso Garota Social, que elegeu a menina mais bonita do Orkut. Uma das iniciativas recentes é o Follow Shop, autodefinida como um formato de compra colaborativa que reúne grupos de compra no Twitter.

Na prática funciona assim. Uma empresa cria um perfil no Twitter com uma promoção e estimula seus seguidores a passarem a mensagem adiante em seus posts (com um "retweet" ou RT, na linguagem dos tuiteiros). Ao chegar a um determinado número de seguidores, a promoção é encerrada. E os usuários que participaram da disseminação das mensagens pelo Twitter conseguem comprar as coisas oferecidas pela empresa com preços especiais.

A primeira a aderir ao modelo foi a locadora online NetMovies. Nesta semana, a empresa criou um FollowShop que, ofereceu o plano mensal de 1 DVD em casa por 1 real para os usuários que ajudaram a disseminar a promoção -- e ajudaram o perfil @netmovies_24h a chegar a 50 seguidores em 24 horas. Hoje é a vez da rede de lojas Marisa, que oferecerá 20% de desconto na loja virtual se o perfil atingir 30 seguidores em 24 horas.

A agência Espalhe já existe há seis anos e agora tem investido em ações em redes sociais que potencializem o boca-a-boca virtual, mesmo com empresas que naturalmente não tem uma inclinação com internet. É o caso da campanha feita para a rede distribuidora de combustíveis ALE. A primeira ação envolveu a estruturação dos shows da banda Fresno em postos de gasolina da rede em quatro cidades brasileiras e mobilizou os fãs pelo Twitter.

Agora, a agência criou um site que publica fotos da torcida do Flamengo, time patrocinado pela ALE, em dias de jogo no Maracanã. O portal tem uma ferramenta de visualização parecida com a do Google Earth ou Google Maps que permite ao torcedor aproximar a imagem e identificar-se nas arquibancadas. Também pode encontrar elementos promocionais da rede e concorrer a prêmios. "É uma forma de mostrar como o posto de gasolina pode ter presença na vida das pessoas", diz Gustavo Fortes, diretor da Espalhe.

Já a brasileira Boo-box é um dos exemplos de empresas que decidiram investir em publicidade relacionada contextos específicos. Você está falando sobre sapatos numa comunidade do Orkut? Por que não comprá-los lá mesmo? A ideia da Boo-box chegou até a receber recomendação do blog americano TechCrunch e recebeu aporte de capital do fundo Monashees. "A propaganda vai migrar para onde os consumidores estiverem. E hoje, as redes sociais são o principal local onde encontrá-los", afirma Peter Kim, especialista em marketing digital.

Enquanto isso, criatividade é a alma do negócio.

Fonte: Blog Zeros e uns

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Um Orkut para chamar de seu


Por que algumas empresas estão criando suas próprias redes sociais para interagir com milhares de consumidores - uma estratégia tão arriscada quanto inovadora.

Revista EXAME -
O paulistano George Siriani, de 35 anos de idade, jamais vai esquecer a noite de 27 de setembro de 2008. Designer e fã de música eletrônica, ele foi ao Skol Beats, maior evento do gênero no Brasil, e se emocionou ao ver um desenho seu exposto num painel decorativo a uma plateia de mais de 15 000 pessoas. Além de dar seu toque pessoal à decoração, o designer havia aprovado os DJs que tocariam naquela noite. Siriani não foi produtor da festa, mas estava entre o 1,5 milhão de pessoas que se cadastraram no site da Skol e puderam participar da criação do evento. Ele ajudou a escolher as atrações, a decoração e até a instituição social beneficiada com a reciclagem das toneladas de lixo produzidas no evento. Para Siriani, foi uma experiência inédita. Para a Skol, uma jogada de marketing. A criação da rede social do Skol Beats transformou um evento que acontecia uma vez por ano - e em seu auge reuniu 66 000 pessoas - em um site com audiência diária. A AmBev, dona da marca Skol, calcula que pelo menos 300 000 pessoas visitem o endereço mensalmente. "Hoje somos o maior portal de música eletrônica do Brasil", diz Sergio Eleutério, executivo responsável pela plataforma jovem da Skol.

Fonte: Revista Exame