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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Com novos chips, a iniciante Tilera tenta desafiar a Intel

É raro uma companhia de semicondutores prometer um chip que proporcionará uma capacidade 10 vezes maior que o melhor chip da Intel. É justamente essa afirmação que a Tilera, uma companhia iniciante do Vale do Silício, está fazendo em relação a um chip que ela pretende lançar mais para o fim do ano. A Tilera diz que seu projeto, que juntará 100 microprocessadores, ou núcleos, em uma única pastilha de silício do tamanho da unha de um polegar, resultará em computadores mais rápidos e que consomem menos energia, capazes de realizar mais tarefas simultaneamente. O novo chip Xeon da Intel tem 10 núcleos.

Omid Tahernia, executivo-chefe da Tilera, diz que os chips atuais não estão conseguindo acompanhar o ritmo das exigências das gigantescas "fazendas de servidores" construídas por companhias como o Google e o Facebook. Esses centros de dados precisam crescer para dar conta do crescente tráfego de e-mails, vídeo on-line e buscas na internet. Aumentar a velocidade com que um processador lida com as instruções por meio de software tem seus limites. Esse método gera muito calor e exige sistemas de refrigeração caros. "Acelerar a frequência do relógio nos deu duas décadas maravilhosas, mas isso se esgotou", diz Tahernia, que entrou para a companhia de San Francisco em 2007, depois de passagens pela Motorola e a Xilinx. "Pela primeira vez, a indústria dos semicondutores está no caminho do progresso."

A Tilera está criando grades de processadores relativamente simples em um pedaço de silício. Elas podem lidar simultaneamente com números enormes de requisições na internet sem a necessidade de operar com muita velocidade ao ponto do superaquecimento. A companhia está de olho no mercado da computação em nuvem, no qual a capacidade de comprimir milhares de processadores tornou-se tão importante quanto o alto nível de processamento de dados e cálculos necessários para rodar, digamos, um banco de dados da Oracle.

Para os centros de dados da próxima geração, Tahernia diz que um único computador com oito chips Tilera será capaz de fazer o trabalho de oito máquinas de múltiplos chips que usarem processadores da Intel ou da Advanced Micro Devices (AMD), ocupando um oitavo do espaço e usando um quinto da potência.

Kari Aakre, uma porta-voz da Intel, disse que o número de processadores em um chip não é o melhor indicador de qualidade. "É o desempenho do sistema, e não o número de núcleos que você tem no sistema", afirmou. A Tilera poderá ter dificuldades para atrair clientes por causa da falta de softwares para servidor compatíveis com seus chips, acrescentou Aakre.

A Tilera diz que criou ferramentas de software que permitirão aos clientes mudar para seus chips. A empresa está trabalhando com as 20 maiores companhias concentradas na computação em nuvem, e seus chips foram projetados para mais de 50 modelos de computador, segundo Tahernia.

"As companhias inovadoras estão tendo que gastar dezenas de milhões de dólares para criar esses centros de dados e enchê-los de máquinas gigantescas da Intel, que consomem tanta energia que as empresas gastam dezenas de milhões de dólares com eletricidade", diz Rob Chandra, sócio da Bessemer Venture Partners, que liderou o primeiro investimento de capital de risco na Tilera, seis anos atrás.

A Tilera recebeu mais de US$ 100 milhões em financiamentos desde 2005, incluindo US$ 45 milhões em janeiro. Seus investidores incluem a Cisco Systems, Samsung Electronics e Broadcom. "Eles são demais", diz Hans Mosesmann, analista da empresa de serviços financeiros Raymond James & Associates. "Não vejo esse tipo de história há muito tempo." Conseguir recursos quando se é uma companhia iniciante de chips não é fácil hoje em dia, uma vez que os investidores em tecnologia vêm preferindo as companhias de mídia social e criadoras de aplicativos móveis.

Agora, a Tilera luta contra uma companhia que controla 90% do mercado mundial de servidores. Tahernia projeta vendas anuais de US$ 100 milhões para 2013, 20% menos que a receita da Intel na média diária do quarto trimestre de 2010. A Tilera possui 100 funcionários, contra os 82,5 mil da Intel. "Podemos ser bem pequenos, mas resolvemos alguns problemas bem difíceis", diz Tahernia. (Tradução de Mário Zamarian)

Fonte: Valor

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Facebook abre servidores para startups

O Facebook quer ajudar outros empreendedores a criarem startups com mais facilidade e mais eficiência ao compartilhar a tecnologia por trás dos servidores da gigantesca rede social. Em troca, a empresa também espera se beneficiar das inovações criadas por eles.


O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, em evento nesta quinta. FOTO: Marcio Jose
Sanchez/AP
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O Facebook não vai lucrar com o Open Compute Project anunciado nesta quinta, 7. Em vez disso, ao disponibilizar seus servidores para todos em um modelo de código aberto, a empresa espera que outras pessoas ajudem a melhorá-los. O Facebook poderá então incorporar os avanços nos seus próprios servidores.

“Poder criar servidores mais eficientes é essencial para construir as coisas que fazemos”, disse Frank Frankovsky, diretor de design de hardware do Facebook. O software da empresa já é aberto para desenvolvedores criarem aplicativos para a rede social.

Os servidores dentro dos data centers são o que sustentam os serviços como o Facebook. Eles armazenam e transmitem bilhões de atualizações de status, links, fotos e todos os aplicativos usados pelos membros do Facebook.

Depois de alugar um espaço para os data centers nos Estados da Califórnia e Virgínia, o Facebook abriu recentemente seu próprio data center na cidade de Prineville, em Oregon, e está construindo outro na Carolina do Sul. A empresa diz que o data center de Prineville é 38% mais eficiente em consumo de energia e 24% mais barato de construir do que outros datacenters que a empresa tem usado.

“Normalmente quando chamamos as pessoas aqui é para falar sobre produtos”, disse o CEO e cofundador Mark Zuckerberg durante o anúncio na sede do Facebook em Palo Alto, Califórnoa. É “fácil esquecer o que sustenta tudo isso”.

O Facebook disse que já está trabalhando com fabricantes de computadores, incluindo a Dell, que estão produzindo servidores pensando na estrutura da rede social. Alguns servidores já estão disponíveis.

A Intel também ajudou o Facebook a criar as espeficicações para os servidores, disse Jason Waxman, gerente geral da Intel. Ele acrescentou que a estrutura e os padrões de eficiência do data center do Facebook diminuem o custo de energia do computador do usuário em 60% — uma quantidade enorme considerando a escala do Facebook.

Waxman disse que ao adotar padrões abertos o Facebook pode ajudar o crescimento da indústria de tencologia. E ao ajudar outros a criar data centers mais eficientes, “todos saem ganhando”, disse.

O analista Richard Fichera, da Forrester, disse que o Facebook merece o crédito por compartilhar sua tecnologia com o mundo, incluindo concorrentes, mesmo que a empresa não tenha adotado a medida por uma razão altruísta. Ele disse em um blog que ao compartilhar sua estrutura é criada uma comunidade de fornecedores que pode ajudar o Facebook a reduzir os custos.
Fonte: Link

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O paradoxo da Apple


A empresa mais inovadora da atualidade faz sempre tudo igual quando lança um novo produto. E o impressionante é que dá certo. Será que vai funcionar agora com o iPad?

Bruno Galo e Ralphe Manzoni Jr.


Mais uma invenção de Jobs: O iPad chegará às lojas nos EUA em março. Com conexão Wi-FI e 3G, ele tem preço a partir de US$ 499. Suas dimensões reais podem ser observadas na página ao lado. A Apple não definiu quando vai lançá-lo no Brasil

Todo ano ele faz tudo sempre igual. A mesma camiseta de gola alta e manga comprida preta, a calça jeans surrada, o tênis New Balance cinza. O mesmo palco, as mesmas luzes, a mesma plateia que o ovaciona e um produto na mão. Esta é a liturgia do profeta da inovação Steve Jobs. Eis o paradoxo da Apple, considerada a empresa mais inovadora da atualidade, mas cuja máquina de marketing vem repetindo a mesma estratégia há anos. Quando subiu ao palco na quarta-feira 27, para anunciar o iPad, um minicomputador com tela sensível ao toque, sem mouse ou teclado, Jobs repetiu este ritual. Só que desta vez, o produto foi recebido com mais ceticismo. As ações da Apple despencaram mais de 8% no dia seguinte ao anúncio, o que não aconteceu em outros eventos da companhia, como o lançamento do iPhone (confira gráfico ao lado). Apesar dessa recepção morna do mercado, Jobs foi saudado, mais uma vez, em termos bíblicos. "A última vez que houve tamanha excitação por causa de uma tábua (tablet, em inglês), ela tinha alguns mandamentos gravados nela", escreveu com rara ironia e precisão o jornal norte-americano The Wall Street Journal, comparando o criador da Apple a Moisés. A revista inglesa The Economist, dedicou sua capa ao iPad, com o título "O livro de Jobs", numa referência a Jó e a também um dos alvos do produto - o iPad será um concorrente direto do Kindle.
Nos últimos anos, Steve Jobs vem lapidando quase que à perfeição a estratégia cultuada, mas também conservadora, de lançamento dos seus novos produtos. O absoluto silêncio é sua maior arma. David Yoffie, professor de negócios de Harvard, estimou que nos meses entre o anúncio e a venda do primeiro iPhone em 2007, a Apple conseguiu mais de US$ 400 milhões em propaganda gratuita, apenas se mantendo completamente calada, alimentando o frenesi da mídia mundial. Algo bastante parecido - e em uma escala ainda maior - foi se desenhando nos últimos meses em torno do tablet da Apple. A máquina de marketing da companhia, cuja logomarca é uma maçã, tem uma forma de funcionar que não se altera. O impressionante é que, até agora, tem dado sempre certo. Mas conseguirá, desta vez, fazer o iPad decolar?


"Vejo muito potencial neste produto e não tenho dúvida de que muitos concorrentes irão ser lançados antes do final deste ano", disse à DINHEIRO Rob Enderle, presidente da consultoria norte-americana Enderle Group. A lógica do marketing da Apple é baseada em algumas regras que contrariam tudo o que é considerado padrão na indústria do Vale do Silício, região dos Estados Unidos, na Califórnia, onde estão localizadas as principais companhias de tecnologia. A primeira delas é o segredo. A empresa guarda seus produtos sob o mais absoluto sigilo. Os funcionários são avisados que não podem comentar os projetos em que estão trabalhando com suas próprias famílias. Os times de hardware e software ficam em prédios separados. E os crachás eletrônicos impedem acessos a determinadas áreas do escritório. Os concorrentes têm táticas diferentes. A Intel, por exemplo, publica regularmente o calendário de lançamento de seus produtos. A Microsoft programa todos os seus lançamentos e cria uma série de fatos até a data do lançamento, antecipando boa parte dos recursos.

O segundo pilar da estratégia da Apple é o controle. O hardware e o software são proprietários. Isso quer dizer que só funcionam em um produto da Apple. Quer rodar o sistema operacional Mac OS? Compre um Mac. O iPod é umbilicalmente ligado à loja online iTunes, que, por sua vez, só pode ser acessada via software. Sabe de quem? Da própria Apple. E, por fim, existe o fator Jobs.

Centralizador, ele se preocupa com os mínimos detalhes do produto, microgerenciando tudo. Muitos o consideram tirânico. Seu desempenho no palco também é essencial para o sucesso do produto. Quem não se lembra dele tirando de um envelope o MacBook Air, o então notebook mais fino do mundo? Durante o lançamento do iPad, usou várias frases de efeito, como "produto mágico e revolucionário" ou "ele é muito mais íntimo do que um notebook, muito mais eficiente que um smartphone".


Toque mágico: a presença de Jobs demonstrando o produto é fundamental na estratégia de marketing da Apple
O tablet da Apple não é o primeiro de sua categoria, mas isso também não é um problema. O iPod não inaugurou o mercado de tocadores de música digital, tampouco o iPhone construiu o segmento de smartphones. Ambos, no entanto, tinham características e recursos que os tornavam atraentes. Entre eles, um design sofisticado e uma loja online com músicas e aplicativos. O iPad apesar das suas limitações, aposta em múltiplas funções para atrair o público. Ele é ao mesmo tempo um dispositivo que acessa internet, permite ver vídeos, ouvir músicas, receber e enviar e-mails, organizar fotos, jogar games e - ufa - um leitor de livros eletrônicos. O iPad é também um marco da convergência, que editoras de livros, revistas e jornais, além de estúdios de cinema e emissoras de televisão, esperam que possa esquentar a distribuição digital - e paga - de seu conteúdo, assim como o iPod o fez com a música. A expectativa gerada, desta vez, parece ter sido alta demais. Os comentários gerais eram de que o iPad era apenas um iPhone gigante. Os usuários fanáticos começaram a fazer listas sobre os itens que faltavam no aparelho. As mais frequentes referiam-se à ausência de uma câmera e capacidade de poder fazer mais de uma aplicação funcionar ao mesmo tempo, chamada de multitarefa. O porta-voz da Apple Brasil, Fábio Ribeiro, garantiu que pelo menos dá para ouvir música e ler um livro ao mesmo tempo. A máquina de marketing da Apple está à prova, embora tenha feito tudo igual novamente.

Todas as telas do iPad
O tablet da Apple terá impacto em pelo menos cinco setores da economia. Saiba quais:


Jogos

A Electronic Arts e a GameLoft demonstraram novos e velhos games rodando no iPad. Em razão do tamanho da tela de 9,7 polegadas, a experiência de jogar é muito mais intensa do que no iPod Touch

Jornais

O aplicativo do jornal norteamericano The New York Times é apenas um exemplo de novos modelos de negócio para as empresas de mídia que podem surgir a partir do iPad. É possível acrescentar vídeos às reportagens
Aplicativos

O iPad já nasce com 140 mil aplicativos desenvolvidos para o iPhone e para o iPod Touch. A partir de agora, os desenvolvedores vão começar a fazer programas que tirem proveito dos recursos do equipamento

Livros

O iPad vai ser um concorrente à altura do Kindle, da Amazon. No lançamento, Jobs anunciou acordos com cinco editoras, como a Penguim e a Hachette Book Group

Filmes

A tela do iPad é de 9,7 polegadas. Os vídeos podem ser assistidos em alta definição e a bateria tem duração de dez horas. Dá para ir de São Paulo até Nova York, nos Estados Unidos

Fonte: ISTOÉ Dinheiro

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Itaú Unibanco economiza R$ 1,5 milhão por ano com virtualização

Instituição consolidou 1100 servidores em apenas 70 máquinas e conseguiu reduzir consumo de energia, aumentar a disponibilidade e acelerar os processos de migração.

No sétimo andar do CTO (Centro Tecnológico de Operações) do Itaú Unibanco, que fica no bairro paulistano da Moóca, estão os quatro mil servidores responsáveis por rodar os sistemas de 3.715 agências, 934 postos de atendimento e 29.979 caixas eletrônicos que atendem aos 19 milhões de clientes da instituição. Estas quatro mil máquinas ocupam uma área total de 1000 metros quadrados, mas precisariam de um espaço maior, se 1100 não estivessem virtualizadas em apenas 70 servidores.

Como o próprio nome já diz, a virtualização é a tecnologia que permite transformar servidores reais em virtuais. Grosso modo, ela funciona por meio de um software que faz de conta que é hardware. Dessa forma, no mesmo disco rígido é possível criar uma ou mais máquinas com sistemas operacionais diferentes, configurações diversas e rodando programas totalmente distintos.

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Fusão entre Porto Seguro e Itaú Unibanco foi fechada em 9 dias
Itaú Unibanco apresenta lucro de R$ 2,268 bilhões no trimestre
Com investimento anual em TI (Tecnologia da Informação) na faixa de R$ 3,2 bilhões (segundo ranking As Empresas Mais High Tech, de Época NEGÓCIOS), o Itaú Unibanco investiu R$ 6,5 milhões num período de 2,5 anos somente na virtualização do data center. O valor inclui compra de hardware e software, consultoria e treinamento de pessoal.

Em contrapartida, o banco terá uma economia anual de R$ 1,5 milhão, especialmente no consumo de energia elétrica. “Além de os novos servidores serem mais eficientes, o número a menos de CPUs diminuiu a demanda por refrigeração e os custos com manutenção de hardware”, diz João Bezerra Leite, diretor de infraestrutura e operações de TI do Itaú Unibanco.

A economia de quilowatts e de reais não atrai somente o maior banco privado do país. Segundo estudo do instituto de pesquisas em tecnologia Gartner, a venda de software para virtualização irá crescer 43% este ano, subindo de um patamar de US$ 1,9 bilhão em 2008, para US$ 2,7 bilhões em 2009.

Antes e depois
A tecnologia permite ainda um ganho significativo de tempo. Antes da virtualização, para instalar um novo servidor, era necessário abrir um projeto na área de TI, colocar um rack novo no data center, acertar a parte elétrica e de rede, colocar a máquina para rodar com sistema operacional e storage e, por fim, criar uma máquina reserva para os casos imprevistos, no centro de recuperação de desastres, localizado em Campinas. “Era um processo que levava até 15 dias”, diz Leite.

Hoje, para as máquinas virtuais, três horas são suficientes para a instalação. É necessário apenas gerar a imagem padrão, instalar a aplicação e configurar em quais pontos da rede a máquina virtual estará conectada.

Outra vantagem para a TI do banco é a alta disponibilidade das aplicações. Quando uma máquina virtual apresenta algum defeito, o processamento é transferido para outro servidor. “Com a virtualização, o Itaú Unibanco estará preparado para as demandas dos próximos dez anos, mesmo considerando os planos de expansão internacional”, diz Oscar Clarke, gerente-geral da Intel no Brasil.

Nem todas as aplicações do banco rodam em máquinas virtuais. Mas a escolha não foi aleatória. O Itaú Unibanco teve a consultoria da Intel. Especialistas internacionais da fabricante de processadores vieram ao Brasil para fazer um diagnóstico do data center do banco e traçar algumas sugestões para aumentar a disponibilidade dos sistemas. O resultado do trabalho gerou uma lista com 50 recomendações, que foi avaliada pela área de TI da instituição. “Nós já tínhamos algumas estratégias prontas e a consultoria nos deu a certeza de alguns caminhos”, afirma Bezerra.

A caminho das nuvens
Concluída a primeira fase da criação das máquinas virtuais, o Itaú Unibanco inicia o próximo passo. “Queremos nos preparar para quando a computação em nuvem for um sistema confiável para as empresas”, revela Bezerra.

Segundo ele, hoje o banco já tem uma infraestrutura que pode ser considerada uma computação em nuvem privada, restrita somente à rede interna. Nesse sistema, é possível distribuir as aplicações de acordo com a capacidade das máquinas. Se uma máquina estiver sobrecarregada, seu trabalho pode ser dividido com outras que estejam ociosas.

Fonte: Época Negócios