O último relatório da ComScore sobre o mercado de celulares revelou um salto de crescimento no uso do sistema operacional Android em smartphones nos Estados Unidos. O produto Google pulou de 4% para 13%, enquanto o Windows Phone encolheu cerca de 2% (de 15% para 13%). Os dados do relatório são do trimestre que acabou em maio, portanto ainda não contabilizam o lançamento do iPhone 4.
A Research in Motion, dona do Blackberry, ainda é líder no mercado norte-americano, com pouco mais de 40% – seguida pela Apple, que tem cerca de 25% dos aparelhos em uso. O sistema Android pode ser encontrado em aparelhos Motorola, HTC, LG e Samsung.
Rival do Google no segmento de internet, o Yahoo finalmente se rendeu ao Android, e disponibilizou versões de seus aplicativos Yahoo Mail e Yahoo Messenger para o sistema de celular. A busca do Yahoo também ganhou um widget para competir com o Google dentro da casa do adversário.
Entre as outras novidades anunciadas pelo Yahoo estão aplicativos do Yahoo Mail e Yahoo News reescritos em HTML 5 para iPhone e iPod Touch. Segundo a empresa, os aplicativos são sua criação mais avançada, com efeitos visuais e navegação por gestos.
Para baixar os aplicativos em seu Android basta escanear os códigos QR abaixo com a câmera do celular.
Mostrando postagens com marcador Yahoo. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Yahoo vs. Alibaba
A batalha do Yahoo com o Grupo Alibaba se intensificou nesta sexta-feira conforme as duas empresas apresentaram depoimentos contrastantes acerca da transferência da maior parte dos ativos da companhia de internet chinesa para seu presidente-executivo.
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Analistas afirmam que a entrega do Alipay (sistema de pagamento para comércio online similar ao PayPal) para o presidente-executivo Jack Ma reduziu o valor da fatia de 43% do Alibaba detida pelo Yahoo. O Alibaba também opera a maior empresa de comércio online da China, a Alibaba.com.
O Yahoo afirmou que foi pego de surpresa pelo acordo, embora o Alibaba tenha replicado que o Yahoo estava ciente da transação por possuir um assento na diretoria da empresa chinesa, agora ocupado pelo ex-presidente executivo do Yahoo Jerry Yang, que também é um dos diretores do Yahoo.
As ações do Yahoo caíram cerca de 14% desde que a companhia divulgou pela primeira vez a transferência em um documento ao governo após o fechamento do mercado na terça-feira. O fato realça o tenso relacionamento entre Ma e Carol Bartz, presidente-executivo do Yahoo desde janeiro de 2009.
Bertz está sob pressão para aumentar a receita e trazer mais visitantes para o Yahoo, que atualmente perde mercado para concorrentes como o Google e o Facebook. A fatia no Alibaba é considerada um dos bens mais valiosos do Yahoo. As ações do Yahoo tiveram queda de 3,6% por cento na Nasdaq.
Fonte: Link
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Analistas afirmam que a entrega do Alipay (sistema de pagamento para comércio online similar ao PayPal) para o presidente-executivo Jack Ma reduziu o valor da fatia de 43% do Alibaba detida pelo Yahoo. O Alibaba também opera a maior empresa de comércio online da China, a Alibaba.com.
O Yahoo afirmou que foi pego de surpresa pelo acordo, embora o Alibaba tenha replicado que o Yahoo estava ciente da transação por possuir um assento na diretoria da empresa chinesa, agora ocupado pelo ex-presidente executivo do Yahoo Jerry Yang, que também é um dos diretores do Yahoo.
As ações do Yahoo caíram cerca de 14% desde que a companhia divulgou pela primeira vez a transferência em um documento ao governo após o fechamento do mercado na terça-feira. O fato realça o tenso relacionamento entre Ma e Carol Bartz, presidente-executivo do Yahoo desde janeiro de 2009.
Bertz está sob pressão para aumentar a receita e trazer mais visitantes para o Yahoo, que atualmente perde mercado para concorrentes como o Google e o Facebook. A fatia no Alibaba é considerada um dos bens mais valiosos do Yahoo. As ações do Yahoo tiveram queda de 3,6% por cento na Nasdaq.
Fonte: Link
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Ask.com to Return to Old Service
SAN FRANCISCO — After failing to make any headway as a search engine, Ask.com is largely abandoning the effort and will now become a question-and-answer service.
The retreat is a major blow for Barry Diller, the chief executive of the e-commerce company IAC/InterActiveCorp, which had paid $1.85 billion in 2005 for Ask.com and then invested heavily to make the search engine more competitive against Google.
But the infusion of cash did not increase Ask.com’s market share. By changing direction, the Web site will avoid competing against companies with far greater resources while also reducing the cost of maintaining a search index with billions of pages, Doug Leeds, Ask.com’s president, said in an interview on Tuesday.
“This is the best use of our scarce resources,” he said. “There is a big untapped business here.”
As part of the shift, Ask.com will lay off 130 workers and close its offices in Edison, N.J., and Hangzhou, China. The remaining employees will be consolidated at the Web site’s headquarters in Oakland, Calif. Mr. Leeds said that Ask.com would continue to offer search on its site, but it would no longer compile an index of the entire Web. Instead, his company will license an index from another company, which he declined to name.
Ask.com, founded in 1996 as AskJeeves, was a question-and-answer search engine early on, but the quality of its responses was uneven. After Google showed how profitable providing algorithmic search results could be, Ask.com followed.
In recent years, the question-and-answer service has become a crowded field, with existing offerings from Formspring, ChaCha and Answers.com. Another is Quora, a recent start-up founded by Adam D’Angelo, who was Facebook’s chief technology officer, and Charlie Cheever, a Facebook senior manager.
Facebook and Yahoo also offer question-and-answer services, while Google this year acquired Aardvark, a similar site. Still, there are no clear leaders.
Ask.com started testing its question-and-answer service in July. It is soliciting users to answer questions posed by others, and then showing those answers in its search results alongside answers from other Web sites.
Ask.com gets only about 2 percent of search queries in the United States, according to Nielsen. Google, in contrast, leads with a 65 percent share.
Ask.com’s withdrawal follows Yahoo’s decision this year to outsource its search technology to rival Microsoft.
Other search engines have taken on Google with little success. Cuil, one of the upstarts, closed in September after two years. But new challengers include Blekko and Wolfram Alpha.
Fonte: NYTimes
The retreat is a major blow for Barry Diller, the chief executive of the e-commerce company IAC/InterActiveCorp, which had paid $1.85 billion in 2005 for Ask.com and then invested heavily to make the search engine more competitive against Google.
But the infusion of cash did not increase Ask.com’s market share. By changing direction, the Web site will avoid competing against companies with far greater resources while also reducing the cost of maintaining a search index with billions of pages, Doug Leeds, Ask.com’s president, said in an interview on Tuesday.
“This is the best use of our scarce resources,” he said. “There is a big untapped business here.”
As part of the shift, Ask.com will lay off 130 workers and close its offices in Edison, N.J., and Hangzhou, China. The remaining employees will be consolidated at the Web site’s headquarters in Oakland, Calif. Mr. Leeds said that Ask.com would continue to offer search on its site, but it would no longer compile an index of the entire Web. Instead, his company will license an index from another company, which he declined to name.
Ask.com, founded in 1996 as AskJeeves, was a question-and-answer search engine early on, but the quality of its responses was uneven. After Google showed how profitable providing algorithmic search results could be, Ask.com followed.
In recent years, the question-and-answer service has become a crowded field, with existing offerings from Formspring, ChaCha and Answers.com. Another is Quora, a recent start-up founded by Adam D’Angelo, who was Facebook’s chief technology officer, and Charlie Cheever, a Facebook senior manager.
Facebook and Yahoo also offer question-and-answer services, while Google this year acquired Aardvark, a similar site. Still, there are no clear leaders.
Ask.com started testing its question-and-answer service in July. It is soliciting users to answer questions posed by others, and then showing those answers in its search results alongside answers from other Web sites.
Ask.com gets only about 2 percent of search queries in the United States, according to Nielsen. Google, in contrast, leads with a 65 percent share.
Ask.com’s withdrawal follows Yahoo’s decision this year to outsource its search technology to rival Microsoft.
Other search engines have taken on Google with little success. Cuil, one of the upstarts, closed in September after two years. But new challengers include Blekko and Wolfram Alpha.
Fonte: NYTimes
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/yahoo-apresenta-nova-versao-de-seu-webmail

São Paulo – O Yahoo! disponibilizou esta semana a nova interface de seu serviço de e-mail. Chamada de Yahoo! Mail Beta, a versão reformulada do serviço promete ser mais rápida, segura, além de oferecer integração com as redes sociais.
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“A nova plataforma é duas vezes mais rápida que a anterior, e inclui ainda integração com o Twitter, slide de fotografias, sistema para bloqueio de spams e outros”, diz um comunicado no blog da empresa.
Ao acessar a nova interface, é possível constatar que ela ficou mais moderna. O uso de novas cores e de botões com cantos arredondados a deixou mais sofisticada. Um pequeno ponto lilás também ajuda a identificar as mensagens não lidas.
A incorporação de aplicativos é outra novidade. Com eles é possível editar suas fotos online, criar um HD virtual para armazenar arquivos, atribuir prioridades às mensagens, além de acessar o Flickr diretamente.
Segundo a empresa, a nova interface foi desenvolvida para manter seus padrões em diferentes plataformas, como iPad, iPhone e Android.
Para testá-la, o usuário precisa acessar o endereço http://br.features.mail.yahoo.com e clicar na opção “Experimente agora”. Caso o produto não o agrade, o usuário pode retornar à versão antiga do Yahoo!
Fonte: Portal Exame
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Yahoo! e Twitter assinam acordo de parceria
O Yahoo planeja integrar o Twitter à sua coleção de sites, em um esforço para tornar suas propriedades online mais atraentes por meio de recursos populares de redes sociais. A parceria permitirá que os internautas vejam tweets diretamente nos sites do Yahoo, além de publicar mensagens no site de microblogs sem terem de deixar o Yahoo.
» Siga o Terra no Twitter
A decisão surge dois meses depois que o Yahoo anunciou acordo semelhante com o Facebook, o maior site mundial de redes sociais.
No começo do mês, o Google lançou um novo serviço chamado Google Buzz, que reproduz muitos dos recursos de redes sociais que fizeram de sites como o Twitter e o Facebook histórias de sucesso.
Facebook e Twitter, que na segunda-feira informou que os usuários de seu serviço geram mais de 50 milhões de tweets a cada dia, representam ameaça crescente a gigantes estabelecidos da internet como Yahoo e Google, cujos negócios dependem da venda de anúncios online que atinjam grandes audiências.
Em janeiro, o Facebook superou o Yahoo e se tornou o segundo mais visitado site dos Estados Unidos, de acordo com relatório recente do grupo de pesquisa de audiência online Compete. Um estudo separado, pela comScore, mostra o Yahoo ainda em segundo, com cerca de 164 milhões de visitantes únicos nos EUA, enquanto o Facebook ficava em quarto lugar com 112 milhões de visitantes únicos, atrás do Microsoft MSN, o terceiro colocado.
O Yahoo anunciou ainda que suas buscas exibirão resultados atualizados para tweets sobre diversos tópicos, o que se equipara às capacidades de "busca em tempo real" que Google e Microsoft anunciaram em seus acordos com o site de microblogs no ano passado.
O Yahoo também planeja exibir transmissão ao vivo de tweets em outros de seus serviços, como email, esportes, entretenimentos e finanças, dentro de alguns meses.
Fonte: Terra
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A decisão surge dois meses depois que o Yahoo anunciou acordo semelhante com o Facebook, o maior site mundial de redes sociais.
No começo do mês, o Google lançou um novo serviço chamado Google Buzz, que reproduz muitos dos recursos de redes sociais que fizeram de sites como o Twitter e o Facebook histórias de sucesso.
Facebook e Twitter, que na segunda-feira informou que os usuários de seu serviço geram mais de 50 milhões de tweets a cada dia, representam ameaça crescente a gigantes estabelecidos da internet como Yahoo e Google, cujos negócios dependem da venda de anúncios online que atinjam grandes audiências.
Em janeiro, o Facebook superou o Yahoo e se tornou o segundo mais visitado site dos Estados Unidos, de acordo com relatório recente do grupo de pesquisa de audiência online Compete. Um estudo separado, pela comScore, mostra o Yahoo ainda em segundo, com cerca de 164 milhões de visitantes únicos nos EUA, enquanto o Facebook ficava em quarto lugar com 112 milhões de visitantes únicos, atrás do Microsoft MSN, o terceiro colocado.
O Yahoo anunciou ainda que suas buscas exibirão resultados atualizados para tweets sobre diversos tópicos, o que se equipara às capacidades de "busca em tempo real" que Google e Microsoft anunciaram em seus acordos com o site de microblogs no ano passado.
O Yahoo também planeja exibir transmissão ao vivo de tweets em outros de seus serviços, como email, esportes, entretenimentos e finanças, dentro de alguns meses.
Fonte: Terra
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Microsoft e Yahoo não apresenta problemas

Estados Unidos e Europa decidiram que a união entre os gigantes da tecnologia não apresenta problemas para os usuários, sendo assim, está aprovada a união na publicidade entre os buscadores Yahoo e Bing da Microsoft.
A Microsoft entra com a tecnologia e o Yahoo com a publicidade, essa foi a maneira encontrada para fazer frente ao avanço do Google.
Enquanto isso na China o governo e o povo apoiam e usam o Baidu ...
sábado, 16 de janeiro de 2010
Juniper e Symantec investigam ataque cibernético que vitimou Google
Incidente de segurança pode ter atingido dezenas das maiores empresas dos EUA; para o Washington Post, Yahoo e Dow Chemical estão entre elas.
A Juniper Networks e a Symantec afirmaram na quinta-feira (14/1) que estavam investigando um incidente de espionagem virtual que atingiu dúzias de empresas de tecnologia, incluindo Google e Adobe.
Fontes próximas do caso disseram que 34 empresas, muitas delas na lista de grandes nomes da Fortune 500, foram atacadas por um sofisticado ataque cibernético, descoberto pela primeira vez pelo Google, em dezembro. Os intrusos usaram um golpe já conhecido, que explora brechas no navegador Internet Explorer, além de outras técnicas, para invadir as redes corporativas e roubar informação sigilosa.
O Washington Post informou que as empresas Yahoo, Dow Chemical e Northrop Grumman também foram atacadas.
Sigilo
Tanto a Juniper quando a Symantec reconhecem que estavam investigando os incidentes, mas não chegaram a dizer se eles tinham sido invadidos nem forneceram mais detalhes.
“Como maior fornecedora de segurança do mundo, somos alvos de ataques cibernéticos com certa regularidade. Como fazemos com todas as ameaças, estamos investigando esta também, para assegurar que estamos fornecendo a proteção adequada a nossos clientes”, afirmou a Symantec em comunicado.
“A Juniper Networks recentemente tomou conhecimento de, e está atualmente investigando, um incidente de segurança cibernética envolvendo um ataque concentrado e sofisticado contra um conjunto de companhias”, disse uma porta-voz em uma mensagem de e-mail. “Nós levamos esses incidentes a sério e, como ocorre em qualquer investigação dessa natureza, não divulgamos detalhes.”
Apesar de administradores de TI terem citado China como fonte de muitos ataques, é extremamente difícil dizer se o tráfego malicioso tem realmente origem na China ou simplesmente passa por aquele país. O fato de que o Google parece pensar que a China está por trás dos ataques – uma convicção forte o suficiente para fazê-la ameaçar sair do país – é, contudo, excepcional.
O Google descobriu um servidor de comando e controle sendo usado para enviar instruções a máquinas invadidas, e foi capaz de notificar e identificar outras vítimas baseadas nessa informação. De acordo com o Google, entre as empresas que foram alvos dos ataques estão companhias dos setores de internet, finanças, tecnologia, mídia e químico.
A empresa de buscas na web pode suspeitar do envolvimento do governo chinês no ataque, mas o conselheiro legal David Drummond disse à Rádio Pública Nacional dos EUA que a empresa não tem provas definitivas de que o governo chinês está envolvido.
Alerta geral
Grupos de Direitos Humanos, agências do governo e empresas da área de defesa já foram alvos deste tipo de ataque no passado, mas o fato de que tantas empresas internacionais terem sido afetadas levanta um alerta geral no meio empresarial dos EUA.
“Isso mostra que mesmo as maiores e mais sofisticadas companhias estarão sempre em segundo lugar quando comparadas a um grande serviço estrangeiro de inteligência”, disse James Lewis, um diretor do Centro para Estudos Internacionais e Estratégicos.
Northrop Grumman disse que não comenta sobre ataques específicos. “Northrop Grumman, como muitas indústrias e organizações do governo, corre risco de ataques cibernéticos que variam do mais complexo ao hacker simples”, disse uma porta-voz da empresa, por e-mail.
O Yahoo não confirmou se foi atacado, e um porta-voz da Dow Chemical não foi encontrado.
(Robert McMillan)
Fonte: IDGNow
A Juniper Networks e a Symantec afirmaram na quinta-feira (14/1) que estavam investigando um incidente de espionagem virtual que atingiu dúzias de empresas de tecnologia, incluindo Google e Adobe.
Fontes próximas do caso disseram que 34 empresas, muitas delas na lista de grandes nomes da Fortune 500, foram atacadas por um sofisticado ataque cibernético, descoberto pela primeira vez pelo Google, em dezembro. Os intrusos usaram um golpe já conhecido, que explora brechas no navegador Internet Explorer, além de outras técnicas, para invadir as redes corporativas e roubar informação sigilosa.
O Washington Post informou que as empresas Yahoo, Dow Chemical e Northrop Grumman também foram atacadas.
Sigilo
Tanto a Juniper quando a Symantec reconhecem que estavam investigando os incidentes, mas não chegaram a dizer se eles tinham sido invadidos nem forneceram mais detalhes.
“Como maior fornecedora de segurança do mundo, somos alvos de ataques cibernéticos com certa regularidade. Como fazemos com todas as ameaças, estamos investigando esta também, para assegurar que estamos fornecendo a proteção adequada a nossos clientes”, afirmou a Symantec em comunicado.
“A Juniper Networks recentemente tomou conhecimento de, e está atualmente investigando, um incidente de segurança cibernética envolvendo um ataque concentrado e sofisticado contra um conjunto de companhias”, disse uma porta-voz em uma mensagem de e-mail. “Nós levamos esses incidentes a sério e, como ocorre em qualquer investigação dessa natureza, não divulgamos detalhes.”
Apesar de administradores de TI terem citado China como fonte de muitos ataques, é extremamente difícil dizer se o tráfego malicioso tem realmente origem na China ou simplesmente passa por aquele país. O fato de que o Google parece pensar que a China está por trás dos ataques – uma convicção forte o suficiente para fazê-la ameaçar sair do país – é, contudo, excepcional.
O Google descobriu um servidor de comando e controle sendo usado para enviar instruções a máquinas invadidas, e foi capaz de notificar e identificar outras vítimas baseadas nessa informação. De acordo com o Google, entre as empresas que foram alvos dos ataques estão companhias dos setores de internet, finanças, tecnologia, mídia e químico.
A empresa de buscas na web pode suspeitar do envolvimento do governo chinês no ataque, mas o conselheiro legal David Drummond disse à Rádio Pública Nacional dos EUA que a empresa não tem provas definitivas de que o governo chinês está envolvido.
Alerta geral
Grupos de Direitos Humanos, agências do governo e empresas da área de defesa já foram alvos deste tipo de ataque no passado, mas o fato de que tantas empresas internacionais terem sido afetadas levanta um alerta geral no meio empresarial dos EUA.
“Isso mostra que mesmo as maiores e mais sofisticadas companhias estarão sempre em segundo lugar quando comparadas a um grande serviço estrangeiro de inteligência”, disse James Lewis, um diretor do Centro para Estudos Internacionais e Estratégicos.
Northrop Grumman disse que não comenta sobre ataques específicos. “Northrop Grumman, como muitas indústrias e organizações do governo, corre risco de ataques cibernéticos que variam do mais complexo ao hacker simples”, disse uma porta-voz da empresa, por e-mail.
O Yahoo não confirmou se foi atacado, e um porta-voz da Dow Chemical não foi encontrado.
(Robert McMillan)
Fonte: IDGNow
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